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quarta-feira, setembro 16, 2026

Foi bom enquanto durou, Nadal

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Rafael Nadal, um dos maiores tenistas de todos os tempos, anunciou sua aposentadoria nessa semana. Consolidando uma carreira que lhe rendeu a segunda maior fortuna da história do tênis, ao longo de 23 anos de uma trajetória vitoriosa, o espanhol acumulou cerca de US$ 134,9 milhões em prêmios, ficando atrás apenas de Novak Djokovic, que lidera com US$ 184,4 milhões.

Aos 38 anos, Nadal deixou as quadras após enfrentar diversas lesões nos últimos dois anos, que o impediram de competir em seu nível habitual. Sua despedida oficial está marcada para a Copa Davis, onde defenderá a Espanha em novembro de 2024. 

“Eu me retiro do tênis profissional. Os últimos anos foram difíceis, e creio que não fui capaz de jogar sem limitações, o que me levou a tomar esta decisão”, afirmou.

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Nadal, que se tornou profissional em 2001 aos 15 anos, rapidamente ascendeu à elite do tênis mundial, com 22 títulos de Grand Slam, ele é o segundo maior vencedor da história, ficando atrás apenas de Djokovic. 

Entre suas conquistas estão 14 títulos de Roland Garros, onde se consagrou como o “Rei do Saibro”. Além disso, o espanhol venceu o US Open quatro vezes, Wimbledon duas vezes e o Australian Open duas vezes, além de ter conquistado duas medalhas de ouro olímpicas uma em simples em 2008 e outra em duplas em 2016.

Durante sua carreira, passou 209 semanas como número 1 do mundo e terminou cinco temporadas no topo do ranking da ATP. Acumulou 92 títulos e um impressionante retrospecto de 1080 vitórias e 227 derrotas, com uma taxa de aproveitamento de 82,6%.

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Seu melhor ano em termos de premiação foi 2019, quando acumulou US$ 16,3 milhões, o terceiro maior valor da história da ATP em uma única temporada. Em termos de fortuna, Nadal se posiciona à frente de Roger Federer, outro ícone do esporte, que arrecadou US$ 130,5 milhões, e de Andy Murray, que acumulou US$ 64,6 milhões.

Com sua aposentadoria, o tênis perde não só um jogador de talento inigualável, mas também uma figura icônica que dominou o esporte por mais de duas décadas, formando com Federer e Djokovic o lendário “Big 3” que marcou uma era no circuito profissional.

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