O Grupo Hope, uma das principais marcas de lingerie no Brasil, está colhendo os frutos de uma estratégia focada em acessibilidade e inovação. Em 2024, a empresa atingiu resultados históricos com a produção de um milhão de peças ao mês e um faturamento superior a R$ 400 milhões. Essa conquista foi impulsionada pelo lançamento da linha de produtos mais acessíveis, como calcinhas a partir de R$ 29,90 e cuecas por R$ 49,90.
A marca investiu R$ 10 milhões em maquinário, permitindo a produção sem costura em grande escala, o que reduziu custos e aumentou a eficiência. Esse movimento faz parte de um plano maior para atrair novos públicos sem comprometer a qualidade dos produtos.
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Segundo Sandra Chayo, sócia-diretora da Hope, a ideia é que os clientes atraídos pelo preço mais acessível acabem comprando outros itens devido à reputação de qualidade da marca.
Diferentemente de muitos varejistas que competem com plataformas asiáticas, a Hope não vê Shein ou AliExpress como grandes concorrentes, uma vez que se diferencia pela qualidade superior de seus produtos. Além disso, o grupo tem expandido suas parcerias com confecções, aumentando sua capacidade de produção.
Atualmente, 40% das peças são fabricadas por confecções terceirizadas, e a expectativa é que o número de parceiros cresça até o final de 2024. O crescimento da marca reflete também na expansão de suas lojas e franquias.
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Com mais de 280 unidades e um novo modelo de loja mais acessível, a empresa planeja inaugurar 20 novas lojas até o final do ano. Além disso, a marca Hope Resort, voltada para moda beachwear e fitness, segue ampliando sua presença em cidades de médio porte.
A projeção do grupo para 2025 é continuar acelerando o ritmo de crescimento, com a meta de atingir R$ 500 milhões em faturamento e 30% de participação no mercado de peças íntimas.
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