Mark Zuckerberg, CEO da Meta, atingiu uma fortuna estimada em mais de US$ 200 bilhões, o equivalente a aproximadamente R$ 1 trilhão, segundo o índice de bilionários da Bloomberg divulgado nesta terça-feira. Com isso, ele se junta a Elon Musk e Jeff Bezos, os únicos que também superaram essa marca.
Em 2023, a fortuna de Zuckerberg cresceu impressionantes US$ 72,2 bilhões, impulsionada principalmente pela alta valorização das ações da Meta, onde ele é o principal acionista. O sucesso recente da empresa está relacionado à sua aposta em inteligência artificial generativa, que agradou o mercado após resultados pouco animadores no metaverso. Eduardo Saverin, cofundador da Meta, também viu sua fortuna crescer, tornando-se o brasileiro mais rico da história, de acordo com a Forbes.
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A Inteligência Artificial como motor do crescimento
O ranking dos bilionários da Bloomberg é liderado por Elon Musk, com um patrimônio de US$ 256 bilhões, seguido por Jeff Bezos, com US$ 216 bilhões, e agora, Zuckerberg, com US$ 200 bilhões. Um ponto em comum entre os três é o alto investimento em inteligência artificial, que tem sido fundamental para o aumento das fortunas, especialmente nas empresas de tecnologia.
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Essa tendência não se restringe apenas a Musk, Bezos e Zuckerberg. Larry Ellison, fundador da Oracle, ocupa a quarta posição na lista, com US$ 178 bilhões, após lucrar US$ 55,5 bilhões com a valorização das ações da empresa, que se destacou no desenvolvimento de infraestrutura de IA em data centers. Bernard Arnault, presidente do conglomerado de luxo LVMH, chegou a integrar o grupo dos US$ 200 bilhões no início do ano, mas perdeu a posição após a desvalorização de suas ações, ficando agora em quinto lugar, com um patrimônio de US$ 177 bilhões.
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