Dentro do futebol, existem inúmeras maneiras de se fazer dinheiro, vencendo competições, ganhando patrocínios ou a mais rentável delas, comercializando jogadores. O mercado global de transferências de jogadores de futebol alcançou um novo recorde, com mais de 12 mil trocas registradas entre 1º de junho e 2 de setembro deste ano, o futebol masculino movimentou US$ 6,46 bilhões.
No feminino, o cenário também apresentou um crescimento significativo, foram realizadas 1.125 transferências, gerando uma movimentação de US$ 6,8 milhões. Um valor que representa mais que o dobro comparado ao mesmo período do ano anterior, destacando um aumento de 31,9% no número de aquisições de jogadoras.
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De acordo com a International Transfer Snapshot, plataforma da FIFA, a Inglaterra lidera o ranking como o mercado mais ativo e com maior gasto em transferências, os clubes ingleses investiram cerca de US$ 1,5 bilhão em novas contratações, consolidando-se no topo das movimentações globais. Em segundo lugar está a Itália, que gastou aproximadamente US$ 820 milhões em 336 contratações.
No Brasil, os clubes do futebol masculino gastaram US$ 4,23 milhões em transferências internacionais. Em contraste, o futebol feminino brasileiro não registrou gastos com transferências internacionais no período analisado pela FIFA.
Esses números refletem a crescente dinâmica do mercado de transferências no futebol global, com valores expressivos e um aumento significativo na participação do futebol feminino, ainda que em menor escala comparado ao masculino.
A tendência é que essa movimentação continue a crescer, impulsionada por investimentos cada vez maiores e pela busca de equipes por talentos ao redor do mundo.
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