O recente incidente envolvendo a atriz Scarlett Johansson e a OpenAI reacendeu a discussão sobre a necessidade urgente de regulamentação para a inteligência artificial. A OpenAI, conhecida por desenvolver o ChatGPT, criou uma nova solução, a SKY, que utiliza uma voz idêntica à de Scarlett Johansson, sem sua autorização. Esse conflito quase resultou em uma batalha judicial, mas um acordo entre as partes evitou que a disputa fosse para os tribunais.
Scarlett Johansson foi abordada duas vezes por Sam Altman, CEO da OpenAI, para ceder sua voz à IA. Após recusar o primeiro convite e não responder ao segundo, Altman admitiu que a empresa se inspirou na voz da atriz no filme “Her” (2013).
O caso de Scarlett Johansson não é isolado e ressalta como a tecnologia pode replicar vozes humanas de maneira incrivelmente precisa. Vídeos de entrevistas e depoimentos dublados por IA em outros idiomas já circulam amplamente. Entretanto, esta é a primeira vez que uma grande empresa utiliza essa tecnologia em um produto prestes a ser lançado, destacando a necessidade de atualização das leis de Propriedade Intelectual para proteger os direitos dos criadores contra o avanço tecnológico.
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Impacto no mercado
Entidades governamentais nos Estados Unidos e na União Europeia já estão desenvolvendo projetos para regulamentar o uso da IA. Escritores, roteiristas e outros criadores têm manifestado suas preocupações através de abaixo-assinados e cartas, pedindo maior controle sobre essa tecnologia. No Brasil, a proposta de lei nº 2.338/2023, que visa regulamentar o desenvolvimento e a utilização da IA, está sendo discutida no plenário, com apoio de parlamentares, especialistas e representantes da sociedade civil.
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A demanda crescente por regulamentação mostra a urgência de responder a essas preocupações. Com a tecnologia avançando rapidamente, é crucial que a legislação acompanhe essas transformações para garantir que os direitos sejam respeitados e protegidos. “Afinal, a tecnologia está evoluindo cada vez mais rápido, e cabe a nós acompanhar essa transformação e garantir que a legislação seja sempre cumprida.”
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