Cibercriminosos estão se aproveitando do Facebook para distribuir malwares disfarçados como ferramentas de IA de edição de fotos, revela um relatório recente da Trend Micro. A estratégia envolve a utilização de páginas hackeadas, que são transformadas para parecerem contas oficiais de aplicativos, enganando usuários desavisados.
O esquema fraudulento capitaliza o interesse crescente por tecnologias de IA para atrair vítimas, que ao baixar o software, acabam instalando malwares em seus dispositivos.
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Os hackers utilizam campanhas de phishing para obter credenciais de login de proprietários de páginas no Facebook. Após obterem acesso, eles modificam a identidade visual das páginas para se passarem por ferramentas legítimas de edição de fotos, como a Evoto, conforme identificado pela Trend Micro, e começam a veicular anúncios desses aplicativos.
Esses anúncios redirecionam os usuários para sites falsos que imitam os oficiais. Ao baixar o suposto aplicativo, os usuários acabam instalando um software de gerenciamento remoto, concedendo aos criminosos acesso total ao dispositivo. Isso permite que os hackers roubem credenciais de login e outras informações sensíveis.
O malware, inicialmente inócuo, utiliza um script para baixar e executar cargas adicionais, como o Lumma Stealer, projetado para filtrar dados sensíveis das vítimas.
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Para evitar ser vítima desse tipo de golpe, é fundamental que os usuários de redes sociais tomem precauções como habilitar a autenticação multifatorial, usar senhas fortes e únicas, e desconfiar de mensagens e links suspeitos.
A Trend Micro destaca a importância de verificar a legitimidade de links e ofertas veiculadas nas redes sociais para se proteger contra ameaças de malvertising.
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