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terça-feira, julho 21, 2026

Estudo do Alzheimer tem avanço promissor; entenda

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Um recente estudo da Washington University School of Medicine em St. Louis, publicado na revista Science, apresentou uma nova abordagem para compreender os impactos do envelhecimento no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Os cientistas conseguiram transformar células da pele em neurônios, permitindo uma imitação das características da doença.

Com essa técnica, os pesquisadores identificaram elementos genômicos que mudam de atividade com o envelhecimento. Além disso, tratamentos focados nesses elementos mostraram potencial para reduzir os efeitos do Alzheimer.

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Para o estudo, células da pele de pacientes com Alzheimer foram transformadas em neurônios, apresentando acúmulos de beta-amiloide, depósitos de proteína tau e morte neuronal, características típicas da doença. Esses novos neurônios formaram esferoides, replicando o ambiente cerebral e destacando a correlação entre o acúmulo de proteínas e o envelhecimento.

Os pesquisadores também exploraram o papel de pequenos segmentos de DNA na relação entre envelhecimento e Alzheimer. A inibição desses genes com o medicamento lamivudina mostrou-se promissora, reduzindo a morte neuronal, mas apenas em casos de Alzheimer de início tardio (após os 65 anos). O próximo passo dos cientistas é realizar estudos com esferoides contendo diferentes tipos de células cerebrais para aprofundar a compreensão e potencial tratamento da doença.

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