Um relato publicado em nova biografia reacendeu discussões sobre os últimos dias de Elizabeth II. Segundo o autor Robert Hardman, a monarca não conseguiu realizar um desejo pessoal pouco antes de morrer, em meio às tensões familiares envolvendo o príncipe Harry e Meghan Markle.
De acordo com a obra, a rainha gostaria de reunir todos os seus bisnetos para um último encontro em Castelo de Balmoral, na Escócia — um gesto pensado para deixar uma memória afetiva entre as gerações mais jovens da família real.
Encontro que não aconteceu
O plano incluía tanto os filhos do príncipe William com Kate Middleton — George, Charlotte e Louis — quanto os filhos de Harry e Meghan, Archie e Lilibet.
Embora o casal de Sussex tenha sido convidado, o encontro não se concretizou como a rainha desejava. A ausência das crianças, segundo relatos, teria sido sentida por pessoas próximas à monarca, que via no momento uma oportunidade simbólica de união familiar.
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Contexto de distanciamento
Desde 2020, Harry e Meghan se afastaram das funções oficiais da realeza e passaram a viver nos Estados Unidos, o que contribuiu para o distanciamento com o restante da família.
Mesmo assim, Elizabeth II ainda esperava reunir todos os bisnetos durante o verão de 2022, já ciente das dificuldades envolvidas.
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Últimos meses de vida
Nos meses finais, a rainha reduziu compromissos públicos por conta da saúde fragilizada, mas manteve algumas atividades institucionais. Poucos dias antes de morrer, nomeou Liz Truss como primeira-ministra.
Elizabeth II faleceu em setembro de 2022, aos 96 anos, encerrando um reinado de sete décadas. A revelação sobre seu último desejo reforça a dimensão pessoal de seus últimos dias — marcados não apenas por deveres de Estado, mas também por laços familiares.
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