A Polícia Civil de Goiás investiga a morte da corretora de imóveis Daiane Alves Sousa, de 43 anos, encontrada sem vida mais de um mês após desaparecer em Caldas Novas. A principal linha de apuração indica que o crime ocorreu no subsolo do prédio onde ela residia. O síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, confessou o homicídio e foi preso nesta quarta-feira (27/1).
Segundo informações apresentadas em coletiva pela Polícia Civil de Goiás, a reconstituição do caso se baseia na confissão do suspeito, em imagens de câmeras de segurança e em relatos colhidos durante a investigação.
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Daiane desapareceu em 17 de dezembro, após sair do apartamento para verificar uma queda de energia elétrica. Câmeras registraram o momento em que ela entrou no elevador, passou pela portaria e conversou com o recepcionista sobre o problema. Em seguida, retornou ao elevador e desceu ao subsolo do edifício. A partir desse ponto, não há mais registros da vítima nas imagens.
De acordo com a polícia, no subsolo Daiane teria se encontrado com o síndico. Os dois se envolveram em uma discussão, motivada por desentendimentos anteriores. Conforme o próprio Cléber relatou às autoridades, o atrito foi determinante para o crime. A forma exata da morte não foi detalhada, mas os investigadores trabalham com a hipótese de que o homicídio tenha ocorrido ainda naquele local, em uma ação que durou cerca de oito minutos.
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Após o assassinato, a suspeita é de que o corpo tenha sido colocado na caçamba da caminhonete do síndico. Imagens mostram o veículo deixando o condomínio e retornando aproximadamente 40 minutos depois.
Durante o interrogatório, Cléber indicou à polícia uma área de mata onde teria abandonado o corpo, em uma vala por onde escoa água. O local foi confirmado pelas equipes, que encontraram Daiane em estado avançado de decomposição.
O corpo da corretora passa por exames periciais que devem esclarecer oficialmente a causa da morte. A investigação segue em andamento para a conclusão do inquérito e o detalhamento das circunstâncias do crime.
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