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quarta-feira, setembro 16, 2026

Verstappen mantém topo financeiro da F1 em 2025 mesmo sem o título mundial

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Mesmo encerrando a temporada de 2025 como vice-campeão da Fórmula 1, Max Verstappen segue como o piloto mais bem remunerado da categoria. Pelo quarto ano consecutivo, o holandês lidera o ranking divulgado pela Forbes, que reúne os dez competidores com maiores ganhos no automobilismo mundial.

De acordo com o levantamento, o grupo dos dez pilotos mais bem pagos movimentou US$ 363 milhões ao longo do ano, cerca de R$ 1,98 bilhão na cotação atual. O valor representa um novo recorde desde o início da série histórica, em 2021, e indica crescimento de 15% em relação à temporada anterior.

Verstappen repete cifras e sustenta liderança

Os rendimentos de Verstappen ficaram praticamente estáveis na comparação com 2024, ano em que conquistou o título mundial. Seu salário anual aumentou de US$ 60 milhões para US$ 65 milhões, enquanto os bônus por desempenho recuaram de US$ 15 milhões para US$ 11 milhões. Ainda assim, o total chegou a US$ 76 milhões (R$ 414,5 milhões), ligeiramente acima dos US$ 75 milhões recebidos no ano anterior.

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Hamilton lidera em salário fixo, mas perde em bônus

A segunda posição do ranking ficou com Lewis Hamilton, que passou a ter o maior salário base da Fórmula 1 após sua transferência da Mercedes para a Ferrari. Aos 40 anos, o britânico recebeu US$ 70 milhões fixos em 2025, valor US$ 15 milhões superior ao de seu contrato anterior.

O desempenho esportivo, porém, limitou seus ganhos variáveis. Com poucos bônus atrelados a resultados, Hamilton encerrou o ano com US$ 70,5 milhões no total, ficando cerca de R$ 30 milhões abaixo da soma recebida por Verstappen.

McLaren domina bônus e impulsiona Norris e Piastri

Os maiores bônus da temporada ficaram concentrados na McLaren, campeã do Mundial de Construtores. Lando Norris, campeão entre os pilotos, manteve o terceiro lugar no ranking geral, com ganhos totais de US$ 57,5 milhões. Desse montante, US$ 39,5 milhões vieram exclusivamente de bônus por desempenho.

Oscar Piastri foi um dos principais destaques financeiros do ano. O australiano saltou da sétima para a quarta colocação, acumulando US$ 37,5 milhões, dos quais cerca de R$ 150 milhões foram pagos como bônus, reflexo direto dos resultados da equipe.

Novos nomes e mudanças no top-10

A lista de 2025 trouxe duas novidades entre os dez primeiros: Lance Stroll, da Aston Martin, e o estreante Kimi Antonelli, da Mercedes. O brasileiro Gabriel Bortoleto não aparece no ranking.

Por outro lado, deixaram a relação nomes que figuravam no levantamento anterior, como Sergio Pérez, desligado da RBR, e Pierre Gasly, impactado pelo desempenho abaixo do esperado da Alpine, última colocada no campeonato de construtores.

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Metodologia foca apenas em salários e bônus

Diferentemente de rankings financeiros de esportes como futebol ou basquete, a lista da Forbes não considera contratos de patrocínio individuais. Segundo a revista, as equipes de Fórmula 1 limitam esse tipo de acordo, o que torna salários e bônus os principais componentes da remuneração dos pilotos.

O resultado final reforça a valorização crescente da elite da categoria, impulsionada por contratos mais robustos, sistemas de bônus agressivos e pelo fortalecimento comercial da Fórmula 1 no cenário global.

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