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quarta-feira, setembro 16, 2026

Alcolumbre manifesta apoio às forças de segurança após operação mais letal da história do Rio

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), divulgou nesta terça-feira (28) uma nota oficial sobre a megaoperação realizada nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro — considerada a mais letal da história do estado, com 64 mortos e 81 presos, segundo balanço da Polícia Civil.

Na manifestação, Alcolumbre afirmou que o Congresso Nacional acompanha o caso “com atenção e preocupação” e declarou apoio às forças de segurança que participaram da ação. Ele também destacou a necessidade de um trabalho conjunto entre os poderes públicos para combater o crime organizado no país.

“A Presidência do Senado Federal manifesta apoio às ações das forças de segurança no combate à criminalidade, às facções e ao crime organizado, reafirmando a necessidade de um esforço coletivo e conjunto de todos os atores do Estado brasileiro para proteger os cidadãos da violência que assola o país”, diz o texto.

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O senador expressou ainda solidariedade às famílias das vítimas, aos profissionais de segurança e à população carioca.

Durante a sessão plenária desta terça, o Senado aprovou, em caráter extrapauta, o Projeto de Lei nº 226/2024, que aprimora o marco legal de enfrentamento à criminalidade e amplia a proteção a agentes públicos e civis. A proposta segue para sanção presidencial.

“O Congresso Nacional seguirá atento ao desenrolar da crise e coloca-se à disposição para contribuir, de forma responsável e democrática, com soluções legislativas que fortaleçam a segurança pública, o combate ao crime organizado e a proteção da vida dos brasileiros”, conclui a nota.

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A operação, que mobilizou cerca de 2,5 mil agentes da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Ministério Público do Rio (MPRJ), tinha como objetivo desarticular a estrutura do Comando Vermelho (CV). Houve intensos confrontos, com barricadas erguidas por criminosos e o uso de drones lançando explosivos contra as forças de segurança.

Segundo o Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (GENI/UFF), a ação superou em número de mortes operações marcantes como a do Jacarezinho, em 2021, que deixou 28 mortos, e a da Vila Cruzeiro, em 2022, com 24 mortos.

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