A partir desta terça-feira (2/9), o processo para obtenção de visto nos Estados Unidos passa a ser mais rigoroso e oneroso. As mudanças, determinadas pelo governo Donald Trump, afetam desde menores de idade até idosos e quem deseja apenas renovar o documento.
Entre as novas exigências, está o fim da isenção de entrevistas para menores de 14 anos e maiores de 79, que agora precisarão comparecer a consulados ou Centros de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASVs). Quase todas as renovações também passam a exigir presença física.
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No caso dos vistos de turismo e negócios (B1/B2), ainda existe a possibilidade de dispensa da entrevista, mas somente para quem atende a critérios específicos, como visto anterior válido ou vencido há menos de 12 meses, nunca ter tido recusa e não apresentar inelegibilidade. Mesmo assim, autoridades podem convocar o solicitante a qualquer momento.
Outra mudança atinge candidatos aos vistos de estudantes (F), cursos técnicos (M) e intercâmbio (J), que agora devem manter seus perfis em redes sociais abertos para consulta. Segundo a embaixada dos EUA, a medida busca ampliar verificações de segurança.
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Além da burocracia adicional, o custo do processo aumentou. À taxa já existente de US$ 185 pelo formulário D-160 somam-se novas cobranças, como a Visa Integrity Fee de US$ 250, aplicada a quem tiver o visto aprovado, e US$ 24 pelo formulário I-94, que registra entradas e saídas do país.
Com os acréscimos, o valor total para emissão de um visto pode chegar a cerca de R$ 2.500 por pessoa — um aumento de quase 150% em relação ao custo atual.
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