O paulistano Marco Antônio Nadalino, de 61 anos, convive com o câncer de pele há mais de 20 anos. Nesse período, passou por 25 cirurgias para retirada de lesões, das quais cinco eram carcinomas e três melanomas — este último considerado o tipo mais agressivo.
Em junho deste ano, ele recebeu um novo diagnóstico: um tumor no olho esquerdo. Por se tratar de uma região delicada, médicos optaram por iniciar o tratamento com colírios de quimioterapia, antes de avaliar a necessidade de uma cirurgia. “Não tenho o que temer. Acompanhar a doença faz parte da minha rotina de cuidado. Vida que segue”, afirma o aposentado.
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A primeira manifestação do câncer ocorreu no início dos anos 2000, durante uma viagem à praia, quando uma pequena lesão rapidamente aumentou de tamanho. Desde então, Marco passou a realizar acompanhamento constante, com exames periódicos e mapeamento de pintas.
Apesar da longa trajetória de procedimentos médicos, ele não apresenta grandes cicatrizes ou perda de mobilidade. “Sempre procurei agir cedo, para evitar complicações maiores. Não podemos subestimar o câncer de pele”, destaca.
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O câncer de pele é o mais frequente no Brasil. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima 220 mil novos diagnósticos de tumores não melanoma e quase 9 mil de melanoma em 2025. Especialistas reforçam que a detecção precoce aumenta significativamente as chances de cura e que a prevenção deve incluir proteção solar adequada, roupas apropriadas e consultas regulares ao dermatologista.
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