Uma startup de Cingapura está desenvolvendo uma bateria inovadora feita de papel, que pode representar uma alternativa viável ao lítio. Com um desempenho impressionante de 226 W/kg, a tecnologia aposta na sustentabilidade e na segurança para revolucionar o mercado de armazenamento de energia e veículos elétricos.
A empresa Flint utiliza celulose como base para a bateria, substituindo elementos como cobalto e lítio por metais menos agressivos ao meio ambiente, como zinco e manganês. Além de ser reciclável e compostável, o dispositivo promete minimizar riscos de explosão e vazamento, mantendo sua funcionalidade mesmo quando dobrado ou perfurado.
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Outro diferencial da bateria de papel é o custo reduzido, estimado em 1,8 vez menor que as baterias de íons de lítio. A startup assegura que sua tecnologia oferece um ciclo de vida comparável ao das baterias convencionais, mas com benefícios ambientais significativos.
A inovação já atraiu investidores, garantindo um aporte inicial de US$ 2 milhões para o desenvolvimento do projeto piloto. Segundo Jeremy Wee, cofundador da Flint, os primeiros testes comerciais já demonstram resultados positivos e despertaram o interesse de mais de 20 empresas em setores como defesa, armazenamento de energia, eletrônicos e veículos elétricos.
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Com a promessa de oferecer uma solução eficiente, econômica e ecológica, a bateria de papel da Flint pode representar um novo capítulo na indústria de energia renovável.
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