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Notícias

Tom mais conciliador de Trump reduz dólar e traz alívio ao mercado brasileiro

By Beatriz Aguiar
janeiro 7, 2025
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    Durante sua campanha, Trump defendeu tarifas amplas, classificadas por ele como
    Durante sua campanha, Trump defendeu tarifas amplas, classificadas por ele como "a palavra mais bonita do dicionário", com propostas que incluíam taxações de até 20% sobre todas as importações (Foto: X)

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    Beatriz Aguiar
    Beatriz Aguiar
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    A perspectiva de um segundo mandato de Donald Trump à frente da presidência dos Estados Unidos começa a impactar o cenário econômico global (Foto: X)
    A perspectiva de um segundo mandato de Donald Trump à frente da presidência dos Estados Unidos começa a impactar o cenário econômico global (Foto: X)
    Após sinais de moderação no discurso sobre tarifas de importação, o dólar apresentou queda nesta segunda-feira (6), encerrando o dia cotado a R$ 6,11, com recuo de 1,1% (Foto: X)
    Após sinais de moderação no discurso sobre tarifas de importação, o dólar apresentou queda nesta segunda-feira (6), encerrando o dia cotado a R$ 6,11, com recuo de 1,1% (Foto: X)
    urante o pregão, a moeda chegou a atingir a mínima de R$ 6,09, o que trouxe certo alívio ao mercado brasileiro e ao governo Lula, pressionado pela valorização do dólar nos últimos meses (Foto: X)
    urante o pregão, a moeda chegou a atingir a mínima de R$ 6,09, o que trouxe certo alívio ao mercado brasileiro e ao governo Lula, pressionado pela valorização do dólar nos últimos meses (Foto: X)
    A recente alta da moeda norte-americana vinha sendo impulsionada pelo temor de uma política protecionista agressiva (Foto: X)
    A recente alta da moeda norte-americana vinha sendo impulsionada pelo temor de uma política protecionista agressiva (Foto: X)
    Durante sua campanha, Trump defendeu tarifas amplas, classificadas por ele como "a palavra mais bonita do dicionário", com propostas que incluíam taxações de até 20% sobre todas as importações (Foto: X)
    Durante sua campanha, Trump defendeu tarifas amplas, classificadas por ele como "a palavra mais bonita do dicionário", com propostas que incluíam taxações de até 20% sobre todas as importações (Foto: X)

    A perspectiva de um segundo mandato de Donald Trump à frente da presidência dos Estados Unidos começa a impactar o cenário econômico global. Após sinais de moderação no discurso sobre tarifas de importação, o dólar apresentou queda nesta segunda-feira (6), encerrando o dia cotado a R$ 6,11, com recuo de 1,1%. Durante o pregão, a moeda chegou a atingir a mínima de R$ 6,09, o que trouxe certo alívio ao mercado brasileiro e ao governo Lula, pressionado pela valorização do dólar nos últimos meses.

    A recente alta da moeda norte-americana vinha sendo impulsionada pelo temor de uma política protecionista agressiva. Durante sua campanha, Trump defendeu tarifas amplas, classificadas por ele como “a palavra mais bonita do dicionário”, com propostas que incluíam taxações de até 20% sobre todas as importações. No entanto, uma reportagem do The Washington Post indicou que o novo governo considera restringir as tarifas apenas a setores estratégicos, como defesa, suprimentos médicos e energia, o que aliviou tensões nos mercados emergentes.

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    Apesar das especulações, Trump negou as informações divulgadas pelo jornal e reafirmou sua defesa das tarifas em publicações na Truth Social. Ainda assim, os sinais de uma abordagem mais seletiva contribuíram para o enfraquecimento do dólar no Brasil e em outras economias emergentes.

    No Brasil, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou que o movimento reflete um processo de “acomodação natural” após um período de instabilidade global. Ele descartou mudanças no regime cambial flutuante e negou qualquer plano de aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), frequentemente cogitado como medida para conter a valorização do dólar.

    “O presidente eleito dos Estados Unidos moderou algumas propostas feitas durante a campanha. Isso tende a trazer um certo equilíbrio, mas não há discussões sobre alterações no câmbio ou aumento de impostos com esse objetivo”, afirmou Haddad.

    Com a posse de Trump marcada para o dia 20, o mercado financeiro segue atento a novos indicadores econômicos, especialmente os dados do mercado de trabalho dos EUA, que serão divulgados na sexta-feira (10). Esses números poderão influenciar decisões de política monetária, como ajustes nas taxas de juros, com potenciais repercussões globais.

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    Além disso, o novo presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, minimizou a ideia de um “ataque especulativo” como causa para a recente instabilidade cambial, atribuindo o movimento a dinâmicas naturais do mercado. Segundo Galípolo, “não há um bloco monolítico” no mercado financeiro, mas sim posições diversas que geram vencedores e perdedores em diferentes cenários.

    Com as atenções voltadas para o cenário internacional, o governo brasileiro aposta na manutenção de medidas estáveis para enfrentar a volatilidade e reduzir a pressão sobre o real nas próximas semanas.

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