Com um crescimento de 0,9% no Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre de 2024, o Brasil alcançou a 10ª posição em um ranking que avalia o desempenho econômico de 51 países. Os dados foram analisados pela Austin Rating, com base em projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) e informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No período, o valor corrente do PIB brasileiro atingiu R$ 3 trilhões. Este avanço colocou o país à frente de economias tradicionais como Estados Unidos, China, Alemanha, França e Reino Unido no recorte de crescimento trimestral. O ranking foi liderado pela Nigéria, com uma alta de 2,4%, enquanto a Noruega registrou o pior desempenho, com uma queda de 1,8%.
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A média geral dos países avaliados foi de 0,5%, enquanto os integrantes do G7 apresentaram um crescimento médio de 0,3%. Já os BRICS, grupo que inclui o Brasil, obtiveram uma média de 0,9%.
O resultado brasileiro, embora modesto em números absolutos, superou expectativas do mercado, que projetava um avanço de 0,8%. O crescimento foi impulsionado pelo setor de serviços, pela recuperação da indústria e pelo aumento no consumo das famílias e dos investimentos.
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A performance econômica do Brasil reflete um cenário de recuperação, ainda que desigual, em um contexto global marcado por desafios econômicos e instabilidade em diversas regiões.



