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segunda-feira, setembro 14, 2026

Jovem de 20 anos afirma ter vivido em Marte e faz revelação sobre suposta guerra nuclear

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Boriska Kipriyanovich, um jovem russo de 20 anos, afirma ser a reencarnação de um antigo habitante de Marte e diz ter vivido no planeta antes de ele ser devastado por uma guerra nuclear. As declarações ganharam atenção por sua história desde a infância e pelo conhecimento que ele dizia ter sobre o espaço e a vida marciana.

Segundo os relatos, Kipriyanovich teria demonstrado habilidades consideradas incomuns desde os primeiros anos de vida. Ele teria aprendido a ler e escrever antes de completar dois anos e, conforme cresceu, passou a contar que teria vivido anteriormente em Marte.

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De acordo com a história apresentada pelo russo, ele teria morrido durante uma guerra nuclear que atingiu o planeta. Na suposta vida marciana, teria cerca de sete pés de altura e 35 anos. Segundo ele, os habitantes de Marte haviam desenvolvido uma forma de impedir o envelhecimento e, ao chegar aos 35 anos, se tornavam semimortais.

Kipriyanovich também afirma ter integrado uma organização militar marciana. Ele diz que participava de missões tanto em Marte quanto na Terra e que os marcianos mantinham contato com os antigos egípcios.

Entre as afirmações feitas por ele está a de que a Esfinge de Gizé possui um mecanismo que permitiria sua abertura. Segundo Kipriyanovich, quando isso acontecesse, seriam revelados “os segredos do universo”.

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A ausência de evidências de uma antiga civilização marciana também faz parte da história contada pelo jovem. Ele afirma que a superfície do planeta foi destruída durante o conflito nuclear, enquanto os marcianos que sobreviveram teriam passado a viver em regiões subterrâneas e a respirar dióxido de carbono.

As afirmações, porém, não correspondem ao conhecimento científico sobre Marte. O relato também apresenta uma cronologia que não coincide com informações obtidas por agências espaciais e pesquisadores, incluindo estudos realizados na própria Rússia.

Os pais de Kipriyanovich relataram que a capacidade de leitura desenvolvida ainda na infância permitia que ele tivesse contato frequente com livros sobre astronomia e espaço. As informações sobre sua infância, portanto, são parte dos relatos que acompanham as declarações feitas por ele sobre uma suposta vida anterior em Marte.

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