
Valorização do dólar pressiona mercados em meio a tensões no Oriente Médio (Foto: Instagram)
Na tarde desta segunda-feira (10/8), o dólar apresentou uma alta de 0,67% em relação ao real, sendo cotado a R$ 5,11. Na sexta-feira anterior (7/8), a moeda americana havia encerrado o dia em queda de 0,47%, valendo R$ 5,08.
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Esse movimento reflete uma tendência global. Às 14h30, o índice DXY, que avalia a força do dólar frente a seis moedas fortes, como o euro, o iene e a libra esterlina, subia 0,24%, alcançando 99,78 pontos.
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O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), iniciou o pregão sem uma direção clara, mas a partir das 12h20 começou a cair. Às 14h35, registrava uma queda de 0,18%, situando-se em 172,2 mil pontos.
Os mercados de câmbio e ações enfrentam pressão com o aumento do preço do petróleo, impulsionado por incertezas sobre um acordo entre Estados Unidos e Irã. Durante o fim de semana, a possibilidade de reabertura do Estreito de Ormuz, importante rota de escoamento do petróleo, sofreu um revés devido a exigências de indenização feitas por Teerã a Washington.
A situação se agravou com a resposta do presidente dos EUA, Donald Trump, às demandas iranianas. Trump declarou que o Irã deveria compensar pelos danos causados por suas ações, mencionando vítimas de ataques e conflitos associados ao general Soleimani.
Na manhã, o barril de Brent, referência internacional, subia 1,94%, a US$ 85,17. Às 14h43, esse aumento era de 4,36%, alcançando US$ 87,19. O WTI, referência nos EUA, começou o dia com alta de 2,02%, a US$ 79,76, e à tarde subia 4,43%, a US$ 81,64.



