Um curioso elo histórico conecta o rei do Reino Unido, Charles III, ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo o historiador e biógrafo Robert Hardman, os dois compartilham um ancestral em comum — o que os colocaria como primos de 15º grau.
A descoberta foi divulgada em entrevista ao Daily Mail e tem origem em estudos genealógicos que rastreiam linhagens da nobreza escocesa. De acordo com Hardman, tanto Charles III quanto Trump descendem do John Stewart 3rd Earl of Lennox, figura histórica que viveu entre os séculos XV e XVI.
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Uma linhagem que atravessou séculos
O conde de Lennox era parte de uma rede complexa de relações de poder na Escócia medieval. Ele também tinha ligação com a realeza, sendo bisneto do rei James II of Scotland. Sua trajetória terminou de forma violenta após disputas políticas, mas sua linhagem continuou a se expandir ao longo dos séculos.
Do lado da monarquia britânica, a descendência segue por meio de figuras históricas como Henry Stuart Lord Darnley, marido de Mary Queen of Scots, cujo filho viria a se tornar James I of England.
Já no caso de Trump, a conexão passa por outra ramificação da família. Uma descendente do conde, Lady Helen, deu origem a uma linhagem que, séculos depois, chegaria à escocesa Mary Anne MacLeod — mãe de Donald Trump — que migrou para os Estados Unidos no início do século XX.
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Parentesco distante, mas real
Embora o vínculo seja bastante remoto, especialistas explicam que esse tipo de conexão não é incomum entre famílias com raízes europeias antigas, especialmente quando há ligações com a nobreza.
A revelação chama atenção mais pelo inusitado do que por qualquer impacto prático, mas reforça como as histórias de diferentes líderes globais podem, de forma inesperada, se cruzar ao longo dos séculos.
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