O Grupo FS, uma holding de cibersegurança liderada por Alberto Leite, captou recentemente R$ 160 milhões para fortalecer seu segmento de proteção de celulares, com o objetivo de tornar a vida de assaltantes de smartphones mais difícil.
Com um faturamento de R$ 1,4 bilhão, o grupo, que tradicionalmente atua no setor empresarial, começou a expandir suas soluções para o consumidor final há dois anos, por meio da sua marca Exa.
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A Exa, voltada para a proteção de dispositivos móveis, já alcançou uma receita de R$ 350 milhões e oferece serviços de segurança que incluem antivírus e proteção em nuvem.
O foco agora é no desenvolvimento do “Locker”, um sistema avançado que ficará armazenado na parte mais profunda da memória do celular, resistente a tentativas de reset. A tecnologia permitirá que o verdadeiro dono do aparelho localize o celular, grave áudios, acione alarmes e controle o dispositivo à distância, frustrando as ações dos criminosos.
Essa captação, coordenada pelo Bradesco BBI, visa acelerar o desenvolvimento de produtos, que buscam não só aumentar a segurança dos celulares, mas também reduzir o preço dos seguros de aparelhos, hoje elevados devido à alta incidência de fraudes.
Além de dificultar a vida dos assaltantes, a empresa espera reduzir os custos dos seguros para menos de 10% do valor do celular, com base em suas tecnologias de combate a fraudes.
Desde sua criação em 2009, o Grupo FS evoluiu significativamente, e em 2022 lançou a unidade Exa com planos de assinatura entre R$ 6,90 e R$ 19,90 por mês. Com mais de 55 milhões de assinaturas ativas e uma equipe de 1.200 funcionários, a meta da empresa é crescer 15% ao longo deste ano, consolidando-se como uma referência em cibersegurança no Brasil.
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