Li Jingzhi reencontrou o filho Mao Yin em 2020, na China, 32 anos depois de o menino desaparecer aos 2 anos e 8 meses, em Xi’an. A identificação foi possível após um teste de DNA realizado pela polícia chinesa confirmar que ele vivia em Chengdu e que havia sido sequestrado e vendido a um casal na província de Sichuan.
O reencontro encerrou uma procura iniciada em outubro de 1988. Na ocasião, Mao Yin foi deixado sozinho por poucos minutos em frente ao hotel da família e desapareceu. Li, que estava fora, recebeu um telegrama urgente para retornar para casa e, quando chegou, soube do desaparecimento do filho.
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Durante as três décadas seguintes, a mãe percorreu 10 províncias chinesas em busca de informações. Ela imprimiu cerca de 100 mil folhetos, colocou cartazes em estações de trem e ônibus e investigou mais de 300 pistas que não levaram ao paradeiro de Mao Yin.
Ao longo dos anos, Li descobriu que o filho havia sido sequestrado e vendido a um casal. A procura continuou mesmo após o divórcio e a morte de sua mãe, em 2015. Durante o mesmo período, ela também ajudou 29 crianças a reencontrarem suas famílias biológicas.
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A resposta sobre o paradeiro de Mao Yin veio em 2020. A polícia chinesa realizou um teste de DNA e confirmou sua identidade em Chengdu. Depois de 32 anos separados, mãe e filho finalmente voltaram a se encontrar.
No momento do reencontro, Mao Yin correu em direção à mãe e gritou: “Mãe!”, antes de abraçá-la.
Atualmente, Mao Yin é casado e continua vivendo em Chengdu. Li permanece em Xi’an, e os dois retomaram o contato depois das décadas em que permaneceram separados.



