
Temas recentes da redação do Enem abordaram direitos humanos, cidadania e desafios enfrentados por grupos minoritários. A prova será aplicada em 8 de novembro. (Foto: Instagram)
Os temas das cinco últimas redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) trataram de questões sociais brasileiras relacionadas a direitos humanos, garantias constitucionais e grupos minoritários. Conhecer os assuntos anteriores pode ajudar os candidatos a se preparar para o exame, marcado para 8 e 15 de novembro. A redação será aplicada no primeiro dia.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira pede um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas. A avaliação considera cinco competências técnicas, e a nota máxima é de 1.000 pontos.
A proposta de intervenção deve estar vinculada à tese e apresentar cinco elementos: quem realizará a medida, qual ação será executada, como ela será efetivada, que efeito se pretende alcançar e uma explicação detalhada.
Em 2025, o tema foi “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”. A proposta exigiu reflexão sobre o culto à juventude, a marginalização produtiva dos idosos e o atendimento médico especializado no Sistema Único de Saúde.
No ano anterior, os candidatos discutiram os “Desafios para a valorização da herança africana no Brasil”, com atenção aos impactos estruturais e ao papel formativo da cultura afro-brasileira. Já em 2023, a redação abordou os “Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil”, incluindo a sobrecarga doméstica não remunerada e a elaboração de intervenções estatais.
Em 2022, o tema foi “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil”. A discussão envolvia direitos territoriais e preservação de identidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas. Em 2021, a prova tratou de “Invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil”, propondo uma reflexão sobre a falta de certidão de nascimento e as barreiras que isso pode representar para o acesso a serviços públicos fundamentais.



