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sexta-feira, outubro 30, 2026

Voto no exterior: confira a apuração de Lula e Flávio no 2º turno de 2026

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Lula lidera em Portugal, Reino Unido, Alemanha, França e Itália; Flávio Bolsonaro vence no Japão e nos Emirados Árabes Unidos, segundo resultados parciais do segundo turno no exterior. (Foto: Instagram)

Os resultados parciais do segundo turno presidencial de 2026 entre brasileiros no exterior mostram Lula (PT) à frente em países como Portugal, Reino Unido, Alemanha, França e Itália. Flávio Bolsonaro (PL) recebeu mais votos no Japão, nos Emirados Árabes Unidos e em Hong Kong, entre outros locais. A votação ocorreu neste domingo (25/10), e os dados foram obtidos nos boletins de urna disponibilizados pelo TSE.

Quase 1 milhão de brasileiros estavam aptos a votar fora do país, pouco mais de 0,5% do eleitorado nacional, distribuídos por 186 cidades. Valem para esses eleitores as mesmas regras aplicadas no Brasil: o voto é obrigatório para pessoas alfabetizadas de 18 a 70 anos. Por decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), a votação no Brasil foi prorrogada das 17h às 19h de Brasília nas seções que ainda estavam abertas. O recebimento dos boletins, a totalização e a divulgação dos resultados ficaram temporariamente suspensos e foram retomados às 19h.

Na África do Sul, Lula teve 42,08% (186 votos) e Flávio, 57,92% (256); na Alemanha, 79,09% (16.549) e 20,91% (4.374); em Angola, 58,60% (167) e 41,40% (118); na Arábia Saudita, 61,25% (49) e 38,75% (31); na Austrália, 63,46% (6.017) e 36,54% (3.465); na Áustria, 74,98% (1.178) e 25,02% (393); na Bélgica e Luxemburgo, 58,72% (3.064) e 41,28% (2.154); em Cabo Verde, 62,34% (48) e 37,66% (29); no Catar, 44,92% (159) e 55,08% (195); na China, 73,67% (375) e 26,33% (134); no Chile, 53,76% (1.100) e 46,24% (946); no Chipre, 53,70% (29) e 46,30% (25); na Coreia do Sul, 64,35% (148) e 35,65% (82); na Costa do Marfim, 58,49% (31) e 41,51% (22); na Croácia, 54,39% (31) e 45,61% (26).

Na Dinamarca, Lula recebeu 85,06% (1.383 votos) e Flávio, 14,94% (243); no Egito, 78,95% (60) e 21,05% (16); nos Emirados Árabes Unidos, 45,44% (643) e 54,56% (772); na Eslováquia, 77,05% (47) e 22,95% (14); na Eslovênia, 70,53% (67) e 29,47% (28); na Espanha, 68,42% (9.293) e 31,58% (4.289); na Estônia, 82,90% (160) e 17,10% (33); nas Filipinas, 40,91% (27) e 59,09% (39); na Finlândia, 74,83% (550) e 25,17% (185); na França metropolitana, 83,96% (10.676) e 16,04% (2.039); na Grécia, 45,05% (255) e 54,95% (311); em Hong Kong, 48,85% (127) e 51,15% (133); na Hungria, 75,21% (355) e 24,79% (117); na Indonésia, 39,47% (15) e 60,53% (23); na Irlanda, 80,20% (7.194) e 19,80% (1.776).

Em Israel, Lula obteve 19,19% (166 votos) e Flávio, 80,81% (699); na Itália, 59,99% (7.921) e 40,01% (5.283); na Guiana, 14,55% (8) e 85,45% (47); no Japão, 19,92% (7.098) e 80,08% (28.538); na Jordânia, 90,51% (725) e 9,49% (76); no Kuwait, 78,48% (62) e 21,52% (17); no Líbano, 68,20% (2.736) e 31,80% (1.276); na Malásia, 48,24% (41) e 51,76% (44); no Marrocos, 83,78% (31) e 16,22% (6); em Moçambique, 48,00% (108) e 52,00% (117); na Noruega, 76,78% (820) e 23,22% (248); na Nova Zelândia, 80,54% (418) e 19,46% (101).

Nos Países Baixos, Lula teve 80,13% (5.578 votos) e Flávio, 19,87% (1.383); na Palestina, 95,60% (1.000) e 4,40% (46); na Polônia, 75,07% (268) e 24,93% (89); em Portugal, 59,42% (34.319) e 40,58% (23.433); no Quênia, 64,44% (29) e 35,56% (16); no Reino Unido, 63,34% (10.968) e 36,66% (6.349); na República Tcheca, 77,95% (304) e 22,05% (86); e na Romênia, 61,54% (40) e 38,46% (25). Os resultados permaneciam parciais.

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